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Tipo: Exposições | Local: Edifício Pina Contemporânea

Data Início Exposições 30 de maio de 2026 - Data Término Exposições 18 de outubro de 2026

Exposições: Para crianças: experiências com a arte desde 1968

A iniciativa, concebida pela Haus der Kunst (Munique, Alemanha) e realizada em colaboração com a Pinacoteca, visa colocar a infância no centro da experiência artística. Mais do que uma exposição, trata-se de uma rede de trocas culturais que convida crianças a pensarem, viverem e intervirem no mundo por meio da arte.

“Para crianças: experiências com a arte desde 1968” é focada no público infantil, embora se estenda a visitantes de todas as idades. Inaugurada na Haus der Kunst, em Munique, na Alemanha, em 2025. Agora na Pinacoteca, ela reúne trabalhos de onze artistas de vários países, todos, a seu modo, atravessados por materiais, brincadeiras, perguntas, pesquisas e histórias tão característicos do universo das crianças. São eles: Agus Nur Amal PMTOH, Ana Mendieta, Ernesto Neto, Ei Arakawa-Nash, Graziela Kunsch, Harun Farocki, Lygia Pape, Ólafur Elíasson, Rachel Rose, Rivane Neuenschwander e Yto Barrada.

A obra mais antiga da mostra é de 1968 e essa não é uma data qualquer. Nesse período histórico, os movimentos de contracultura questionaram as estruturas sociais e saíram em defesa de liberdade de pensamento e expressão para todas as pessoas.

Desde então, ficou evidente que a infância inspira uma sensibilidade e um conjunto de atitudes imprescindíveis para as mudanças individuais e coletivas. A vida em sociedade, a arte e o museu não são os mesmos na presença de uma criança.

Nos anos 1960, década que marca o início da história contada pela exposição, com a ação Divisor (1967/8), de Lygia Pape, as crianças foram tomadas como uma grande referência dos movimentos da contracultura.

Mega Please Draw Freely [Mega por favor, desenhe livremente] (2025), do artista Ei Arakawa-Nash (Japão, 1977) recebe o público na exposição com um convite para desenhar livremente no chão do museu, desafiando a lógica inviolável do espaço expositivo.

Caixa de areia (2026), da brasileira Graziela Kunsch, propõe um espaço de brincadeira livre para crianças de 15 meses a 5 anos, desenvolvida a partir da pesquisa da artista sobre iniciativas progressistas para crianças no decorrer do século 20, de autoria de nomes como a húngara Emmi Pikler, a alemã Ute Sturb e o holandês Aldo van Eyck.

Como abordar temáticas difíceis com crianças? Uma das formas encontradas pelo artista indonésio Agus Nur Amal PMTOH é tratar de temas sensíveis como tragédias climáticas elaborando histórias com elementos familiares às crianças, como brinquedos, e as convidando para tomar parte de gestos de criação que ocupam o espaço expositivo.

Para falar sobre o medo, a brasileira Rivane Neuenschwander mapeou temores de crianças por meio de dinâmicas de compartilhamento em grupo. Em seguida, elas foram convidadas a ilustrar seus medos e, em colaboração com o designer Guto Carvalhoneto, as ilustrações foram transformadas em vestimentas.

A artista franco-marroquina Yto Barrada reescreve o nome do general francês Hubert Lyautey, líder em guerras coloniais, utilizando blocos que podem, e devem, ser desmontados e reconstruídos com outros significados. Vídeos, instalações sensoriais, esculturas participativas e ambientes imersivos completam a mostra, com obras dos artistas Ólafur Elíasson, Harun Farocki, Rachel Rose, Ana Mendieta e Ernesto Neto.

Para que a mostra possa atender a todas as pessoas com qualidade e segurança, pedimos que leia com atenção as recomendações abaixo:

Essa é uma exposição de arte feita para crianças. Onze artistas desenvolveram suas ideias em forma de obra, algumas para visualização e outras para interação.

Cada criança deve estar acompanhada de adultos responsáveis. Adultos devem ficar sempre por perto para evitar que se machuquem ou danifiquem as obras.

O consumo de comidas e bebidas é permitido somente fora da sala expositiva, para não sujar, danificar as obras e espaços ou prejudicar a interação das pessoas.

Temos banheiros com fraldário no 1º andar. Não deixe fraldas, lenços higiênicos ou qualquer lixo dentro da sala expositiva. Os espaços são higienizados sempre, mas contamos com sua ajuda para tudo permanecer limpo para as próximas pessoas visitantes.

Objetos pessoais são de sua responsabilidade. Cuide de seus pertences, bolsas, mochilas, brinquedos e carrinhos de bebê. O guarda-volumes está na recepção para acomodar bolsas maiores, mochilas e casacos em segurança.

Confira em cada obra as orientações específicas a serem seguidas. Assim, conseguimos aproveitar a exposição com segurança e respeito a todas as crianças que estão curtindo o espaço.

A grade de agendamento de junho para a exposição “Para crianças: experiências com a arte desde 1968” para visitas educativas com a equipe do museu está lotada.

As visitas educativas são com educadores da Pina. Nelas, grupos de até 20 participantes são orientados por uma pessoa educadora do museu. Para participar desse tipo de visita é preciso agendamento pela plataforma, e a agenda abre sempre um mês antes.

Em julho, a Área Educativa do museu irá atuar na programação de atividades de férias, com diversas oficinas para o público infantil, sem agendamento de visitas educativas. No entanto, será possível visitar a exposição livremente! (visitas livres em grupo precisam de agendamento para organização interna da equipe do museu, pedimos que realize o agendamento pela plataforma também. Sugerimos que cada grupo de até 20 participantes seja acompanhado de ao menos um responsável pela instituição/grupo).

A agenda de visitas educativas para a exposição “Para Crianças” para o mês de agosto será aberta dia 6 de julho.

Em caso de dúvidas, ligue para: (11) 3324-0943 / (11) 3324-0944.

Local: edifício Pina Contemporânea (Grande Galeria)
Data: de 30 de maio até 18 de outubro de 2026
Endereço: Avenida Tiradentes, 273, Luz, São Paulo — SP.
Horário de funcionamento: de quarta a segunda, das 10h às 18h (entrada até 17h). Entrada gratuita aos sábados e segundos domingos do mês.

Imprensa:

Acesse o press kit digital da exposição.

Fotos

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Imagens: Levi Fanan

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